Não, não será. Pelo menos não por enquanto. Mas pelo menos uma coisa boa: hoje o Alê está de volta ao Brasil! E hoje descobri que minha felicidade no trabalho depende em muito da minha própria postura em me engajar e achar significado nele. Mais na SUPER deste mês. O código de acesso ao site (super.abril.com.br) é ALEGRE. Viu, Nath? Pode ler daí da Espanha!
A receita da felicidade
Esses métodos para se tornar mais feliz foram testados em laboratório. E funcionam
Prazer
• Permita-se ter experiências sensorialmente agradáveis de vez em quando. Não se trata só de emoções fortes. A maior parte dos prazeres é bem simples: conversar, ver uma paisagem bonita, comer algo gostoso.
• Tire "fotografias mentais" dos momentos agradáveis de sua vida - repare nos detalhes, nas cores, nos cheiros. Nas horas difíceis, tente recordar-se de tudo.
• Tenha companhia. Quase todas as pessoas sentem-se mais felizes quando estão com outras pessoas. Claro que isso não significa evitar a solidão a qualquer custo, mas é importante ter amigos.
Engajamento
• Dedique-se a tudo que você faz, no trabalho ou fora. Lembre-se: a diferença entre um emprego chato e um emprego legal pode ser a sua postura. Se você se envolver mais, ele vai ficar mais divertido.
• Arrume uma atividade desafiadora, difícil, e esforce-se para se tornar cada vez melhor nela. Yoga, aeromodelismo, videogame, natação, flauta, mountain bike, culinária vegetariana, bateria. Há opções para todos os gostos.
• Exercite-se. Esporte praticado com freqüência aumenta a disposição para a vida e em geral nos deixa mais ligados no mundo e no nosso próprio corpo. Algumas pesquisas sugerem que dar risada é um ótimo exercício.
Significado
• Pesquisas mostram que escrever num diário as coisas pelas quais você é grato garante um aumento no nível de felicidade que dura seis semanas. Portanto, de tempos em tempos, lembre-se de agradecer.
• Faça atos de altruísmo ou bondade. Colabore com alguma instituição humanitária, ensine algo que você saiba (não interessa se as aulas são de alfabetização ou de guitarra), saia do seu caminho para ajudar alguém.
• Se tem alguém que foi importante na sua vida, ainda que num passado remoto, faça-o saber disso, de preferência com uma visita pessoal. Os cientistas dizem que essa "visita de gratidão" pode valer um mês de felicidade.
A receita da infelicidade
Se você quer mesmo ser feliz, precisa se convencer de que nada disso é a solução
Dinheiro
• Ele só traz felicidade até o momento em que cobre as necessidades básicas. Depois disso, mais dinheiro não altera o nível de satisfação. E um foco exagerado em coisas materiais vai esvaziar sua vida de significado.
Casamento
• Condicionar a felicidade a fatores sobre os quais você não tem controle não pode dar certo. Além disso, um casamento não tem nada a ver com um estado perene de alegria. Ele tem altos e baixos como tudo na vida.
Futuro
• "Vou ser feliz quando eu terminar de pagar meu apartamento." É importante ter metas, mas achar que a felicidade está no futuro só adia sua realização.
Sem falar que, depois de quitar a dívida, é provável que você invente outra meta, ainda mais difícil.
Carro novo
• Nossa cultura consumista e a publicidade criam necessidades novas a cada minuto. Às vezes o carro antigo ainda funciona muito bem, mas você se convence de que não pode viver sem o modelo maior que foi lançado esse mês.
Beleza
• Mais um caso de expectativa irreal. Em primeiro lugar, porque é impossível ter um corpo e um rosto perfeitos.
Em segundo, porque nada disso é garantia de felicidade. Pergunte à Gisele Bündchen se ela não sofre às vezes.
Status
• Priorizar símbolos de status indica uma preocupação maior com os outros do que com você mesmo. Uma cobertura de frente para a praia é boa por causa da vista maravilhosa, não porque vai deixar os amigos morrendo de inveja.
Ai, ai... Será? ![]()
Bom, ontem ele ficou todo feliz com a ida na loja e a compra da placa solar. Adeus Eletropaulo, meeeeesmo (que já estava cancelada). Eu ia lá ver, mas decidi ir pro hospital tratar das pequenas crises que bronquite que vêm me atacando desde a "aventura na serra mofada", e que não consegui resolver sozinho com comprimidinhos de Aerolin (r). Toma inalação, injeção e outra inalação. Só que demorou pacas pra tomar a segunda, porque o tiozinho da medicação estava sozinho. Cheguei em casa 21h e fui dormir com taquicardia (efeito do remédio). Mas parece que estou bem, agora.
Até tive um sonho muito bacana, comprido, linear (começo, meio e fim). Estávamos eu e todos os consultores trabalhando juntos, numa espécie de reunião, e o Edwin Luisi... "- Quem?"

Edwin Luisi, ator que tem uma das bocas maaaaaaais tesudas da tv (tomara que não fume, o Fagundes já perdeu váaaaaarios pontos comigo por conta disso...), era também um "supergerente" do projeto. E eu colei nele, pra ficar pertinho, admirando e ver se ele dava alguma abertura e tal, hehehe... Não rolou nada, o sonho acabou antes disso. Mas foi um bom sonho.
Já quem não teve uma noite boa foi a Mamãe, gripadinha, e o Pink, também gripadinho. Nem veio trabalhar pela manhã. Talvez venha pela tarde, mas espero que não. Fique em casa com seus vírus, meu amigo, que no fim-de-semana quero estar bem! Doença é pra ter em dia útil, pra gente poder faltar da escola...
E conforme prometido, aí vai um gif pra ilustrar os importantes conselhos do sr. Felipe "Nemo" Balster. Recomendo a visita, a leitura e, principalmente, a reflexão. Link aí do lado. Corram, que ele já está no 4o. conselho!

No mais, é bom fim-de-semana e TOMARA que o pau coma!
Stick Page. Sensacional (quem não conhece o precursor da febre, o Xiao Xiao, procure por ali na seção Stick Fights)!. Link aí do lado, mas eu recomendo um diretamente: http://www.stickpage.com/paperwarsplay.html
Uma descoberta um tanto óbvia: no Peru é onde tem mais viado. Como eu sei? É que o País é o segundo que mais me visita, depois do Brasil. E eles vêm sempre atrás de "marica tú". Ou seja, é terra de viados (e lhamas?).
Outra notícia um tanto óbvia: nosso gerente de vendas mais prolixo e produtivo (começa com "G") gravou 2 cds de música para o Pink (acústicos do Ira! e do Cidade Negra). Bacana da parte dele, não tivesse eu a certeza de que ele faz isso (e não muito mais) DURANTE o expediente. Que mal que eu sou... foi bacana da parte dele. Eu mesmo ainda não trouxe nenhum CD pro Pink... preciso corrigir isso! Pink disse que escutou e gostou de uma música que ouviu ontem, sem refrão, comprida, de um cara que morreu... LEGIÃO!!!!!, disse eu. Mais um convertido, hehehe.
Ontem fui na casa dele levar a papelada da placa solar. Um ótimo papo, uma notícia sensacional!! A CRISE PASSOU. E provavelmente tudo mais. Em outras palavras, ele está pronto para a vida novamente. E ficou feliz com o convite do meu (cada vez mais maduro, sin perder la ternura jamás) amigo Alê. Vamos marcar uma balada, sim!
Deus queira que tudo dê certo hoje. Seria FELOMENAL.
Já apanhei um bocado na vida. Já me senti como um boxeur, encurralado no canto do ringue, recebendo uma saraivada de cruzados, ganchos e jabs, as pernas bambas, os músculos do rosto latejando. Só eu sei. Mas, mesmo nos períodos de surra, procurei manter a dignidade, tentei com todas as forças evitar o beijo na lona. Só eu sei o esforço para não dobrar os joelhos e cair de focinho no chão. E eu não lamento nenhum dos golpes. Não guardo rancor. Guardo sim, como um troféu, cada hematoma, cada cicatriz. Não para exibir aos outros. Apenas para me lembrar deles e saber como me defender de novos ataques. Apenas para manter vivo o sentimento de revolta; a certeza de que há coisas erradas, e elas precisam ser mudadas. Sou turrão e teimoso como meu velho pai, que se mandou há tempos para o “sonho de outras esferas”. E não há revolta sem represálias, sem porradas, sem dor. Mas, como Leminski, também acredito que “um homem com uma dor é muito mais elegante”.
Não digo que foi fácil assimilar os golpes. Deus meu, não foi, não. Nunca é. Às vezes fico mal humorado. Silencioso. A voz não sai. Não consigo explicar o que se passa lá no fundo do redemoinho que insiste em girar. Ás vezes sinto uma fera negra de unhas afiadas arranhando constantemente os fios elétricos do cérebro. Já pensei seriamente em depressão. Já pensei seriamente que sou um bosta e não tenho talento pra nada. Já pensei seriamente em procurar ajuda. No meu caso, ajuda, eu sei, a única, talvez, seria escapar para um mosteiro zen no alto de uma montanha. Seria cruzar a Cordilheira dos Andes, mochila nas costas e cabelos ao vento. Seria cair na estrada, com grana ou sem grana, com medo ou sem medo.
Por força de muitas porradas, há quatro anos tive que fazer um desvio na minha vida. Não tinha outro jeito. Parti por uma estrada que nunca me entusiasmou muito, embora eu sempre consiga encontrar algo que me interesse ou, no mínimo, mereça uma dose de atenção e esforço. Fiz recusas. Endureci os músculos. Mantive a dignidade. Não dei espaço para boçais. Tentei fazer o melhor.
Jamais esqueci a frase do personagem Paulo Martins em Terra em Transe (Glauber Rocha): “a política e a poesia são demais para um homem só.” Principalmente nos últimos anos, me lembrei muitas vezes dessa frase.
Não me arrependo do caminho trilhado. De jeito nenhum. Encontrei pessoas dignas. Aprendi mais sobre o jogo das feras. Mas esse desvio já me cansou. Estou voltando pra casa. Pode ser que a travessia ainda demore alguns meses. Mas já estou a caminho. Podem ir preparando o jantar. Os amigos, os verdadeiros amigos, podem ir preparando a festa. E, por favor, coloquem novamente aquele cartaz na parede da sala: “É tudo ou tudo”.
Minto: sonhei com o Edilson, hoje. Estávamos batendo papo. Um papo leve, bom. Imagino que sobre nada em especial. Ou talvez não. "Imagino", porque quando acordei não me lembrava mais do(s) assunto(s). De qualquer forma, foi muito gostoso. Ele é um cara que eu admiro muito (inclusive no sentido físico), um caráter excepcional, uma família linda (embora a esposa seja meio fanática com religião - são Batistas). Saudade.
Nada a declarar.

Tem gente que se contenta em ser um profissional medíocre. Não no sentido de ser ruim, mas no de não fazer nada além do que lhe for pedido e olhe lá. Gente que tem medo de fazer muito barulho para não correr o risco nem de perder seu mísero salário, nem de ter novas e maiores responsabilidades com um salário maior. Gente que se contenta em uma performance "funcionário público". Gente que não cheira nem fede e cujo principal divertimento é fazer piadinhas maldosas sobre os colegas e chefes nos corredores da empresa.
E tem gente que, mesmo com o passar dos anos dentro da casa, continua interessada em aprender e a mostrar serviço. Gente ousada, gente capaz. Inteli-gentes. Workaholics. Gente de visão. Ou simplesmente gente com tesão. Que faz por merecer.
Eu? Tô mais pra lá que pra cá, já estive mais pra cá que pra lá. Tem dias que é bom ser lé, outros em que prefiro ser cré. Não sei se queria ser lé por aqui, ou mesmo cré. Queria é saber o que quero ser agora que já cresci. A menos que o salário não pague as contas, porque tá foda.

Primeira fotografia de um planeta fora do sistema solar, a imagem mostra o planeta (B) próximo a sua estrela (A), chamada GQ Lupi. E volta a pergunta: será que lá as coisas são melhores que aqui?
Segue o projeto Auto-Sustentação mas tá difícil: se uma placa solar é cara (3 mil), um catavento gerador é 4 vezes mais! E ainda têm coragem de dizer no site que "acreditamos que o futuro pode ser menos poluído com um desenvolvimento auto-sustentável e que para termos uma melhor qualidade de vida, pensando em nossos descendentes, devemos começar a agir hoje." Mas tudo bem, estamos aí, e vamos conseguir.
Enquanto isso, o celular da RUIM foi pras cucuias. Martelada nele, literalmente. Comportamento de doido, mas vejamos: 1) não pega em lugar nenhum onde ele se encontra (leia-se, em casa), 2) créditos vão sendo consumidos sabe-se lá como, 3) ninguém compra um celular usado, ninguém quer nem de graça, 4) já tem um outro aparelho da MORTO (que também está nas últimas mas pega um pouquinho melhor) e 5) dá um prazer danado martelar uma coisa que só te deu dor-de-cabeça (o chip foi pra sobrinha). Então, doidos somos nós, os "normais", que não colocamos as coisas em seus devidos lugares.
Ontem fui pra cama às 20h. Depois acordei pra beber água e às 22h já estava nela de novo, devidamente pelado da cintura pra baixo. Ainda estou vendendo o computador, mas pelo preço da NF (R$ 4200). Porque o bicho está novo, testado, configurado, azeitado. E quem dá as coisas de graça pros outros acaba ficando sempre na m*rda. E por falar nisso: **.
Eis então que um graveto, seco, com uma fitinha de Aparecida amarrada nele cai em seu colo. Imediatamente ele ouve a voz que diz "- Se conseguires desatar o nó usando apenas as mãos e sem quebrar o graveto, sua vida mudará por completo e o mal que te fizeram será por fim desfeito". E ele consegue. Imediatamente, a vida muda...
Sexta, sábado, domingo. Houve dias de faxina (que continua), dias de colocar as coisas (e pessoas - LAS) em seus devidos lugares, dias de se deixar o que não importa mais. Houve passeio de bicicleta (ai, minhas coxas! sedentário é foda...) e minha estréia na bermudinha sexy! Houve conserto de bicicleta, que foi muito mal montada. Estamos em transição. Com certeza pra melhor. Os nós foram desfeitos.
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