O almoço na churrascaria foi bastante bom - evitei comer muita carne vermelha, mas me esbaldei con salada, batata, carne de siri. E o happy-hour no FrangÓ foi bem gostoso: muitas risadas, muita meledicência por conta do Supergerente, muito bom. Como o cara disse (e a gente depois brincou que era ameaça), o mundo do SAPO é pequeno e a gente se encontra por aí. Tomara - pessoal bem bacana. Um ou outro tapado, mas bacana.
Logo às nove e meia, já de banho tomado e camiseta regada, parti pra casa dele pra uma visitinha. Caloire... Ajudei a remontar a ergométrica dos sobrinhos e assistimos o finzinho de um filme esquisito no sbt (esquisito porque ficou faltando entender a história, pela parte que perdemos). Anyway, foi bom (estar com ele, não o Wesley Snipes).
Blag, bleg, blig, blog, blug. Glub. Club. Lube. Lambe. Lambe-me. Me lambuzo, mulambento. Zylka.
Voltamos à nossa programação normal de falar de mim, para mim e sem mais nada interessante do que as pequenas saídas da rotina que a gente toda deveria se permitir de vez em quando, principalmente numa quinta-feira quente e deprezinha como ontem. O que foi que eu fiz com ela? Pra começar, me permiti sair do trabalho às 16h30. Muito calor, ar-condicionado não dando conta, e um sol lindo lá fora. Fui mesmo. Queria ver o sol, absorver o sol...
...o que não durou nem cinco minutos, porque o sol estava realmente de lascar lá fora. Ao invés de ir pra casa a pé, devagar, observando as casas e jardins do alto da lapa, me enfiei foi no primeiro ônibus e logo que cheguei em casa fui direto pro chuveiro. E dele, pra debaixo do ventilador de teto do meu quarto. Aaaah... a vida pode ser muito boa!...
Eis então que deu sete e meia e zarpei pra casa dele pra ver o tal CSI junto. E ficarjunto. Tudo junto mesmo, sem espaço. O calor ajudou: ficamos nus em pêlo vendo tv, no escurinho. E depois disso fui pra casa mimir...
Hoje tem churrascaria no almoço e FrangÓ no happy hour por conta da saída do time de consultores. Um pessoal, salvo exceções, meio devagar, meio não possuidor dos conhecimentos necessários, mas muito bacaninha. Merece a minha presença, o meu carinho, o meu "tchau". Por conta disso não vou pra Cotia hoje. Talvez amanhã.
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| Benção ao Papa moribundo |
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De Milly Lacombe. Meu caro João Paulo II, sua hora está chegando, mas você não tem o que temer porque nós, os esquisitos, os que não se encaixam, os marginalizados pela intolerância de sua Igreja, estamos prontos para absolvê-lo de seus pecados. Sim, é isso mesmo: nós vamos perdoá-lo. Perdoá-lo por dividir o amor em tipos, por condenar alguns deles, por ridicularizar a paixão entre pessoas do mesmo sexo – enfim, por tentar corromper essa que é a maior força do universo. Por excluir as mulheres, por não permitir que freiras rezem missas ou celebrem casamentos, por não garantir direitos iguais aos dois gêneros – resumindo: por continuar, em pleno século 21, a pregar nossa inferioridade. Por fechar os olhos para as milhões de pessoas que ainda morrem com AIDS em países pobres graças à benevolência dos missionários de sua Igreja, que ganham toneladas de dólares de governos conservadores para sair por essas regiões proibindo a educação sexual e, em vez de distribuir camisinha, ler a Bíblia em voz alta. Por fazer com que seus seguidores acreditem que sexo apenas por prazer é pecado e que, portanto, homossexuais são pecadores, sem lembrar de dizer que, por essa lógica absurda, mulheres na menopausa não poderiam mais se entregar ao ato, e, às estéreis, coitadas, só restaria o inferno. Aliás, por fazer com que seus pobres devotos acreditem em céu e inferno sem conseguir lhes dizer que o purgatório é justamente aqui, criado pela intolerância excludente de seus cordeiros. O perdoaremos agora, como já perdoamos aqueles que sentaram em seu trono antes pela vista grossa que fizeram à escravidão e ao nazismo, e como, antes disso ainda, os perdoamos por assassinar mulheres (bruxas, como sua Igreja as denominou) que tinham a petulância de ter opinião própria e homens que ousaram dizer que a Terra não era o centro do Universo. Perdoá-lo por comparar o aborto ao nazismo sem sequer tentar entender os motivos de uma mulher, por tirar dela o direito de escolha, por querer nos impor verdades que são suas e por continuar colhendo o dízimo daqueles que mal têm o que comer. Por ter, durante sua longa gestão, perpetuado dogmas e tabus, por não ter encorajado seus devotos a pensar e questionar livremente e pela incrível arrogância de não entender que, como disse Nietzsche, a maior inimiga da verdade não é a mentira, mas a convicção. Por fazer com que seus fiéis temam a suposta fúria de Deus mais do que sua intrínseca benevolência, por dar forma ao mal apenas para justificar aquilo que sua crença vê como o bem, e por, sem nenhuma ponta de vergonha, institucionalizar o medo, sentimento que estanca a alma e não conhece o amor. O perdoaremos por apontar seu abençoado dedo para distinguir aqueles que, segundo sua fé, estão certos dos que estão errados, por não ter nos dito, logo de cara, que seus livros sagrados não deveriam ser interpretados literalmente e, principalmente, por ter nos julgado. Por não ter revelado ao mundo que Deus não distingue grupos e que apenas as religiões fazem isso, por sair de seus domínios para impedir pesquisas com células-tronco só porque sua fé não consegue explicá-las, e pela arrogância de não aceitar que possam existir outras verdades e salvações além daquelas que sua crença nos impõe. Por continuar a se opor aos avanços da ciência exatamente como sua Igreja fazia na Idade Média, por se colocar entre cada um de nós e Deus, como se a intimidade com o divino fosse exclusividade sua, e por não entender que a fé não é patrimônio de sua Igreja. Pela hipocrisia de ter gasto milhões de dólares de sua milionária Instituição para calar escândalos envolvendo padres pedófilos e por não ter usado esse dinheiro em obras sociais para povos carentes. Pela falta de vergonha de seguir deitado sobre patrimônio histórico e incalculável, conseguido as custas do dízimo de seus pobres devotos, e por usar esse dinheiro apenas para manter limpo e brilhando o mármore do Vaticano. Por fazer com que seus seguidores acreditem que já nasceram pecadores, por não lhes dizer que pecado não existe, que foi apenas mais uma invenção cristã que visava sedimentar o medo a fim de arrecadar dinheiro dos que crêem cegamente. Por insistir em distorcer a palavra de Jesus, por não reconhecer os profetas que estão hoje entre os homens apenas porque eles não seguem a sua cartilha, por interpretar com lente míope o “amai-vos uns aos outros” e o “não julgarás” e por usar diariamente o nome de nosso Deus em vão. Perdoá-lo por não entender que suas crenças são tão boas e verdadeiras quanto qualquer outra, por não enxergar que só o amor, seja ele de que tipo for, nos salvará e, finalmente, por não ter nos protegido de seus seguidores. Vá que já é tarde e, por favor, não mande notícias do lado de lá. Em vez disso, curta a companhia Dela, que vai ensiná-lo que só existe um tipo de pecado: não ser capaz de abençoar o amor, a maior das criações divinas, em todas as suas manifestações. E que, por esse motivo, meu caro, você não apenas pecou como passou mais de 80 anos procurando o mal no lugar errado. Mas, quando isso acontecer, não se desespere: nem tudo estará perdido. Chegando lá, entregue-se ao primeiro anjo que cruzar seu caminho porque, no paraíso, vá por mim, sexo, seja ele de que tipo for, não é pecado. E então você verá que não existe culpa que uma abençoada apoteose seja incapaz de curar. Divirta-se, meu velho. |
A Mille escreve no Blônicas, link aí do lado.
A vida que me ensinaram
Como uma vida normal
Tinha trabalho, dinheiro,
Família, filhos e tal
Era tudo tão perfeito
Se tudo fosse só isso
Mas isso é menos do que tudo
É menos do que eu preciso
Agora você vai embora
E eu não sei o que fazer
Ninguém me explicou na escola
Ninguém vai me responder
Garotos fazem tudo igual e quase nunca chegam ao fim. Talvez você seja melhor que os outros, talvez quem sabe goste de mim.
... Ou quase!
Ontem foi dia de dormir cedo.





























... e isto resume tudo.
Dois (e todos os outros). Tomate/Educação Sentimental. Revoluções Por Minuto Ao Vivo. Secos & Molhados. Rita Lee (o da capa verde + periquito, ainda com o Tutti-Fruti, que tem Bruxa Amarela). Capital Inicial MTV Acústico. Turma do Balão Mágico. Severino (Paralamas - um dos menos conhecidos). Sidney Magal (não sei de que ano, mas faz tempo). Roberto Carlos (o das Baleias e do Lálálálálálálá).
Amar é desapego. É torcer pela felicidade do outro, mesmo que isso implique em separação (oxalá, temporária!). É brigar quando a pessoa não se porta tão exemplarmente quanto você sabe (acha) que ela é capaz. É pedir desculpa por brigar por essa besteirada. É desejar boa sorte. É torcer pra que a vida lhe sorria. É desejar boa viagem. Alê, tiamu!!
P.S.: Segundo o Ma, o moleque que estava na minha frente na boate durante o show e que levantou um pouco a camiseta estava interessado, não parava de me olhar. Primeiro: o Ma é meio exagerado. Segundo: eu sou meio desligado. Então fiquemos com um meio termo. De qualquer forma, coitado do moleque, tsc tsc.
21h45: saio da minha casa voando em direção à dele, que estava fazendo bolo (de fubá, Dona Benta)!
00h12: reinstalo o tal do iessepequê pra ver se de repente encontro o Tim online. Não encontro. Mas um tal de Dave, que já esteve 7 vezes no Brasil e escreve um português quase perfeito, puxa papo. Só papo mesmo. Parece ser um cara bacana.
01h12: vou dormir. Com a impressão de que minha vida por escrito não mais atrai multidões de admiradores. Graças a deus.
06h49: acordo 1 minuto antes do despertador. Sooooooono... quase que fico por lá mais 1 horinha. Mas acho que vou guardar minha bala na agulha.
Existem certas perguntas que são raras, mas quando feitas, nos pegam como anzol pelo fígado, puxando até o centro, onde as respostas padronizadas nada podem fazer. Geralmente são questões que deveríamos nos fazer todos os dias, a cada momento besta no trabalho, nas relações íntimas, nas decisões seguras que tomamos diante do extrato no caixa vinte e quatro horas. Toda vez que tentamos ser razoáveis, ou seja, adequados para o meio-termo que o pensamento coerente impõe: ser politicamente correto, não fumante, não comer gordura, doar centavos para o pedinte de mãos enegrecidas, dormir em paz no travesseiro ortopédico, vencer a insônia com fitoterapia.
Essa presença da razão atesta também a superficialidade dos questionamentos que nos cercam no cotidiano. Só um pouco de irracionalidade vai fundo o bastante para penetrar no muro das boas maneiras e adequados modos: como o dia está bonito, será que vai chover, gostei muito do seu último post, vote certo nas eleições, tenha dó das baleias que morrem na praia.
Grossa casca do ovo que protege a gema reluzente, algemada, alma, que preferimos esquecer que possuímos. É como se existissem sentimentos superficiais que impedem a ascendência dos sentimentos mais profundos, que são desconexos, contraditórios, desejosos do proibido, paradoxais em essência. Uma proteção com firma reconhecida no Cartório das Concordâncias Públicas. É o que aparece nas pesquisas de opinião, na Carta Magna do IBOPE, durante as conversas de salão, na mesa do Partido Uníssono.
Ontem alguém me desmontou.
Foram apenas duas perguntas, sem recheio, diretas, fisgadas debaixo das costelas. A pessoa queria me conhecer e para isso usou flechas certeiras, bem no lugar onde o cálcio protetor é mais vulnerável, arrepio. Sabia apenas meu nome, tinha lido algumas coisas que eu havia escrito e mesmo com tão pouco material, acertou-me em cheio. A sensação é de que havia pulado etapas, durante as quais eu haveria de produzir anticorpos contra a invasão do meu ser. Foi uma coreografia que começava branda e subitamente se agudizava, violentava com graça e susto. Não havia como oferecer apenas o silêncio. Eu já havia sido pescado, estava na rede, simploriamente seduzido, mas a crueldade do pescador exigiu que eu entrasse em mim através do caleidoscópio infinito das minhas escamas, que me fez ver como coloridas, quando a vida inteira as desejei de cores simples, classificáveis e aceitáveis socialmente. Que eu pudesse continuar levando a existência como médico, casado, pai de uma filha, em dia com o Imposto de Renda. Palatável .Engolido e depois devolvido ainda mais plano, sem dimensões inusitadas, excreta ainda mais adorável no jantar, com bingo, das Senhoras da Liga Católica e Rotary Club.
Mas não, foi assim: - Quem é você? O que lhe faz sorrir?
- Como assim? O que você pergunta? Ai, dói! Isso não tem cabimento! Não deveria me perguntar antes das horas? Do meu signo astral? Entra assim, em mim, sem pedir licença? Como vem, de arroubo, me pedir exagero do que sou? Poderia responder “não sei” para ambas as perguntas, mas isso me faria um tolo fugidio. Você quer me conhecer? Me amar, talvez? Por isso ousa? Calma, ainda temos que conversar sobre nossos empregos, nossas posições moderadamente políticas, contar piadas, rir adequadamente sem incomodar a mesa ao lado...
- Nada disso. Quero ir lá, onde interessa...e não tente escapar olhando para a ponta do sapato de sola italiana. Quem é você? O que lhe faz sorrir? Responda, rápido, o que lhe vier imediatamente na mente.
- Vem uma tela de cinema em branco... não de todo... no centro, várias luzes dançam como fogo-fátuo, condensadas. Na periferia, vejo a bocarra do meu chefe, a água santa do padre, a coesão. Você não acredita na necessária união dos juízos?
E a conversa se estendeu. Sem que eu fosse capaz de responder em poucas palavras às questões. Mas como em Bach, minhas fugas respondiam. Eu era alguém com medo de mim mesmo, porém correndo, ia deixando cair as moedas de ouro de minha identidade. E percebendo a relevância daquelas perguntas, aos poucos fui me entregando. Rompendo a casca. Relevando a lágrima do principal.
Mas e agora, que estou nu? Para a vida de ruas e avenidas lotadas, quem virá me dar o cobertor que protege? Sem jeito, ferida aberta, caminho entre as gentes. As respostas ainda reverberam e me fazem mancar. Que assim seja. De noite, na passagem, agarrarei um desavisado, bom cidadão, e com a boca em sua orelha, fazendo pressão, calor, indagarei, murmurante: - Quem é você? O que lhe faz sorrir?
E sorrirei. Com a crueldade que cura.
Taelons/Borgs = 1:n
Reencarnação = n:1:n
UOL Blog que apaga os posts enormes bem na hora de salvar/publicar = ![]()

FUI DEFLORADO!!!!
Explico. Mas vamos na cronologia. Sexta-feira eu fui pra casa do Ma e tal. Liga o Nr. 3 convidando pra irmos pra casa deles conhecermos a Máfia. Meio cansadão e com o Ma jantando, ficamos de responder depois via messenger. Só que os caras não apareceram mais online e ficamos em casa mesmo. Principalmente, também, por conta do upgrade do Matbobos no sábado. Apagamos todas as luzes, exceto a do computador, e sonecamos juntos. Uma delícia! Também experimentei um pouquinho do chá de Erva-de-São-João + Espinheira Santa pra ver no que daria.
Sábado. Acordei cedo mas muito bem. Teria sido o chá?? Bom, apesar de não ter ido pessoalmente fazer o upgrade, fiquei de olho e em contato com o Cacá. Depois do almoço, fui pra casa do Ma de novo. Demos um passeio assim ma-a-ra-vi-lhi-lho-so no parque - dia perfeito, temperatura perfeita - e depois fomos ao EJ jantar e fazer compras. Um gerente pra lá de imbecil nos deixou bastante nervosos (eles estavam vendendo DVD-R unitário - em embalagem de plástico - mais barato que caixinha com 10). Smallville no micro (Flash!!) e desta vez uma xícara inteira do tal chazinho. E não é que no domingo acordei novamente bem? Chá porretinha.
Domingo. Toca eu pra casa dele depois do almoço. E novo convite do Nr. 3, desta vez pra irmos numa boate GLS com eles e a Máfia, que está indo embora amanhã.
EPAAAAA!!! Boate gay??? Tenho meda!!! Porque, caso ninguém saiba, viado de carteirinha tem tanto medo de ir em lugares gay quanto qualquer um que nunca foi. Mas as conversas que tenho tido com o Mauricio nessas semanas me tranqüilizaram: não é todo ambiente que é pesado, e mesmo os que são só pesam pro seu lado se você permitir - além do que ninguém é obrigado a ficar num lugar que não agrada! Agora... é preciso também um pouco de mente aberta e coração sereno pra não fazer tempestade em copo d'água e não se negar a experiência de conhecer alguma coisa nova por simples pré-conceito. Além disso, a tal da Tunnel para a qual fomos convidados apresentava, segundo o site, um ambiente bacana, sem shows eróticos, dark rooms e essas coisas... Perfeito pra não traumatizar logo na minha estréia!
Mas... a Mamãe do Doutor teve algum problema, caiu, ficou doente, e eles cancelaram a parada. Entretanto, eu tinha visto a animação do meu Bichinho e estava relativamente curioso também... propus irmos só os dois (uau, quem diria...?)! Ainda haveria a chance de encontrarmos com a Máfia e seu par caso eles também tivessem resolvido ir (a gente meio que sabe como é a cara do mano por uma foto que vimos). Só que na busca por informações sobre o local também descobrimos uma tal de The Week (sem site) que fica na Lapa (rua Guaicurus, 324). Bem mais perto... Segundo o Tio É, um ambiente melhor também (no sentido de maior e mais bonito). Hmmmm... optamos por essa! Passei em casa pra colocar uma calça e fomos. Acontece que a tal está em reforma e não está abrindo aos domingos. Pra não perder a viagem, fomos para a Tunnel mesmo!
E sabe que foi uma experiência legal? Assim... não gosto de música bate-estaca eletrônica e o som, mal isolado, se misturava com o outro som do ambiente externo ao da pista. Um pouco de fumaça demais, também (fiquei cheirando a cigarro). Mas muito moleque (de 18 a 25) tomando refrigerante, sem agarrações, bate-papo na boa e show bacaninha de drags (incluindo a famosa Danny People que vai na Hebe e tal). O que não gostei MEEEEEESMO foi do preço da latinha de guaraná: R$ 4!!!
Ficamos lá das 19h30 até umas 21h30. Enjoamos logo. Teria sido mais bacana com os amigos, talvez? Não sei, porque depois de sairmos de lá ainda fomos comer na pizzaria Speranza, a melhor de SP segundo a Vejinha por 3 anos consecutivos (li isso agora no site, mas a pizza é realmente uma delícia!!!!) e não sei se teria rolado o mesmo caso estivéssemos com eles. De qualquer forma, valeu muito a pena.
E valeu muito a pena o passeio diferente. Bom pra sair da rotina, o que não quer dizer que vai virar um hábito (exatamente pra não virar rotina). Ainda vamos testar a tal The Week pra ver se tem ambientes mais isolados acusticamente, algo que dê tanto pra sentar e conversar quanto dançar, se for o caso. Pode ser muito benéfico pro relacionamento, que está cada dia mais bacana. Tô peixonado... :-)
Ainda ia filosofar sobre Amor e Ciúme, mas já tá muito grande isso aqui. Fica pra outro dia. E ainda tenho que declarar o Imposto de Renda (em casa)... Saco!
P.S.: O tal deflorado tem a ver com minha estréia no mundinho! Agora virei viado de verdade, junto com o Alê... ![]()
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