Objeto de desejo: "aquilo" do Mauricio
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Valor médio: Euro 2.000.000.000,00
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Rosado, grande, grande também, alta produtividade de suco.
Laura que me perdoe, mas tive que copiar na íntegra (incluindo as saudades da Grécia):
A verdadeira salada grega
Estou empolgada com os preparativos para minha festa grega de aniversário e então queria compartilhar com vocês como se faz salada grega, a verdadeira e única. Eu sei que estou sofisticando as receitas fazendo isso, mas é que é tão fácil, mas tão fácil, que não posso evitar. Eu sei que é saudável, mas eu repito: é fácil. E rápido. Então deixa de frescura e come o verdinho que é muito gostoso.
3 tomates (procure um tipo de tomate chamado Debora; eles não precisam estar completamente vermelhos)
1 cebola grande roxa (é melhor, mas se só tiver a de sempre, vale)
1 pepino grande (não me entenda mal)
Um monte de azeitonas pretas grandes e gordas (se tiver saco/grana compre em empórios, a granel, porque aí você acha azeitona realmente importada da Grécia)
Queijo feta duro (já vi um tipo meio cream cheese. Não é a mesma coisa)
Azeite de oliva de verdade, nada desses Olívia/mistureba de azeite com óleo
Uma pitada de orégano
Sal à vontade
Um pedaço de pão
Lave tudo antes de usar. E de preferência deixe os vegetais de molho em uma tigela com água e umas gotas de limão, pra tirar agrotóxicos e afins.
Corte o tomate em 4 partes, depois corte cada parte na metade. Tire a casca da cebola e corte ela em rodelas (vai ter que chorar um pouquinho!).
Ok, acabei de perceber que tem uma coisa difícil nessa receita. Mas é sempre bom aprender, não? O pepino, se você não usar um fantástico truque, tem um gosto extremamente amargo. Então, o truque é o seguinte:
- Antes de descascar, corte fora a ponta do pepino
- Pegue a ponta e esfregue no pepino, na parte exposta
- Vai sair uma espuma esverdeada. Esfregue bastante, por uns 30, 40 segundos
- Lave o pepino e aí descasque e corte em rodelas grossas
Quando escritas as instruções soam muito eróticas.
Voltando à receita, agora você coloca todos os ingredientes numa grande tigela, joga azeite, as azeitonas, o orégano, o sal e dá uma misturada. O queijo feta você coloca num prato ao lado e vai pegando pedaços enquanto come. O pedaço de pão fica do outro lado do seu prato e você vai tirando nacos e comendo tudo junto, aos poucos. Ai, que saudades da Grécia...

Brasil. Década de 60. No balanço da bossa-nova e sob os traços modernistas da época, pipocavam nossas própria lanchonetes. Apoiados em mesas de fórmica e pés de palito, os brasileiros saboreavam os sanduíches de um tempo ainda distante da realidade massificante dos fast-foods estrangeiros. Uma época em que o jeitinho brasileiro casava direitinho com o hambúrguer americano. Quando a picanha e o chope não ficavam de fora do cardápio.
Inspirados na saudosa época, os mesmos donos dos bares Original, Astor, Pirajá e da pizzaria Bráz criaram a Lanchonete da Cidade. Aberta em novembro passado, a casa é uma feliz novidade no ramo das lanchonetes.
Primeiro por sua decoração, a primeira coisa a saltar nos olhos. Concebida pelas arquitetas Carla Caffé, Carolina Tonetti e Ana Luiza Carvalho, a Lanchonete da Cidade mistura o jeitão das "lanchonetes de balcão de fórmica" da década de 60 com as linhas da arquitetura modernista brasileira. A iluminação generosa e a cor amarela predominante passam uma sensação de aconchego, descontração e familiaridade. Apesar de cravado em meio ao movimentado bairro dos Jardins, uma vez lá dentro a impressão que temos é de que a praia e o sossego nos esperam lá fora.
Sentados nas charmosas cadeiras, é hora de conferir o menu. Os hambúrgueres- produzidos na própria casa- são feitos com um dos cortes prediletos dos brasileiros: a picanha. Para dar o gostinho final de "churrasco", são cozidos em grelhas de carvão. Algumas receitas foram criadas pela chef Ana Soares, caso do Bombom. Base de todos os hambúrgueres, é feito de 220 gramas de hambúrguer suculento, coberto apenas por um molho de tomates frescos e servido no pão francês redondo especialmente desenvolvido pela casa: o simpático Bossa-Nova. Podem acompanhá-lo queijo, salada e bacon.
Variedades menores do Bombom existem sob a forma do Tropicália: 180 gramas de carne, recobertas recoberto com fatias chapeadas de lingüiça levemente picante, molho acebolado com tomate, queijo da casa misturado com provolone e um pouquinho de maionese. O hot-dog, aparece no cardápio, como Vira-Lata e traz uma suculenta combinação de molho ao gorgonzola e vinagrete crocante de repolho.
Outros destaques da casa ficam para as bebidas, além do imbatível chope, há reinvenções de milk-shakes com gostinho bem brasileiro, caso do gelado de banana (com paçoca, aveia, mel e canela). Os acompanhamentos também são bastante criativos e saborosos: além das batatas fritas usuais, há uma versão com alecrim e alho, batata-doce, cebolinha frita e até polenta em cubinhos.
Lotada, a Lanchonete da Cidade pode ser um pouco ruidosa para quem está acostumado à calmaria de restaurantes estrelados. Mas o barulho faz parte da "experiência" e o número de gente confirma que o lugar é uma novidade boa. O serviço, atencioso, também compensa.
Lanchonete da Cidade
Alameda Tietê, 110
Jardins
São Paulo
Tel: (11) 3086-3399
Horário: domingo a quinta: 12h às 2h / sexta e sábado: 12h às 4h.
Atendendo a pedidos, este sou eu amanhã (o da direita ou o da esquerda???):

E pra quem (ainda) não acredita, já gastei dinheiro com roupa pro casamento. O que quer dizer que eu vou, porque senão o bonequinho do Burro vai ficar ainda mais adequado. Mas não comprei tudo - aluguei o terno. Eu de terno, ó céus... Contudo, adorei quando provei só o paletó. Paletó + jeans + camiseta + tênis (ou um sapato mais esportivo) eu usaria na boa. É que não faz tanto frio aqui pra precisarmos de casaco. Camisa e gravata tive que comprar (eles não alugam). Ainda falta comprar sapato e meia. Quero escolher com calma, experimentar, pra poder usar no dia-a-dia depois. Nada de social demais com sola de couro-que-escorrega-como-sabão-molhado. Aluguei na tal da Black Tie, Mauricio foi comigo. Chique no úrtimo... Detalhes?? Aaaaaah... necas de pitibiribas! Vou fazer mais mistério que o ronaldinho (com r minúsculo mesmo).
Já o Ma estava meio esquisitão. Eu não sabia dizer se nervoso, chateado, desconfiado... Sabe aquele tipo que fala baixo e te olha de um jeito que você não sabe se ele vai morder ou dormir? O italianão NUNCA fala baixo, por isso o estranhamento. Mas resulta que era por conta do chá de erva-de-são joão, substituto natural do rivotril. Já entrou na fase de começar a abandonar os remédios. Legal!! Só não foi legal um último comentário dele, já ao telefone antes de eu ir dormir, de que eu encontraria um cara bacana no casamento com certeza. Não quero trocar de namorado, porra!!
Escolhi ele e gosto dele! E cabô.
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Mudo, não mudo... ia descer, agora não vou mais. Ninguém sabe o que fazer comigo. Ó, Céus...
Ah! Sonhei com o Edilson. E com um pastor alemão de borracha que a velhinha atiçava pra nos atacar (de borracha porque ele conseguiu invadir meu quarto passando pelas frestas da janela).
Mundando de assunto, um dia o imperador Jen Pu pediu um presente ao grande poeta Han Te. O sábio rei queria do poeta um poema sobre as nuvens. O melhor poema sobre as nuvens. A obra entraria nos infindáveis dotes que da filha de Jen Pu, a princesa Liu Ki. O poeta Han Te aceitou o desafio, mas exigiu 34 rãs de ouro puro. O imperador achou estranho tal pagamento, mas como Han Te era um gênio, aceitou o preço pelo poema. Além disso, ficaria na história como mecenas do poeta... A vaidade humana...
Recebidas as 34 rãs de ouro, Han Te mandou um mensageiro comunicar o poema ao imperador. Era nenhum. O poeta fugiu para os descampados da Anatólia, onde morreu de fome tentando vender guarda-chuvas aos zero habitantes daquela região. Era um antigo sonho de infância. Han Te sempre evocou a fuga em suas poemas. Acusá-lo de sino-romântico não é descabimento... Apreciava-se sem mesuras, adorava a noite, as moças branquelas e a tosse amarela, doença equivalente a tuberculose ocidental. E morreu de morte idiota, como todo bom romântico... Se foi imprudência do imperador Jen Pu dar-lhe tantas rãs de ouro, quem sabe...
Em 1877, o inglês Harrold Loor achou 28 rãs de ouro num buraco em Jaikkha. Afirmou-se descobridor das pererecas, ou melhor, rãs de Han Te. Mas elas sumiram novamente depois de Loor comer rolinhos primavera envenenados em Saigon, atual Ho Chi Minh. Na causa mortis, soube-se que o arqueólogo inglês, como todos os ingleses, era meio excêntrico. Tatuou um enorme número 13 em suas costas, para provar aos superticiosos que aquela cifra jamais lhe traria azar. Até certo ponto, estava certo. Seu envenenamento foi causado por metódicos ladrões de rãs. Morte premeditada não contém azar.
Desde então, não se soube mais nada sobre o assunto. Aliás, pudera... acabei de inventá-lo. Surpreendente será se alguém encontrar estas rãs. Ou se o pouco ortodoxo Harrold Loor realmente existiu... E achou as rãs que eu inventei... Moral da história: não comer rolinho primavera na antiga Saigon.
Bons dias! É hoje e não tem mais choro: faça chuva ou faça sol, tenho que ir comprar roupinha pro tal do casamento. O quê? Ainda duvidam que eu vá??? Mas eu vou!! Não porque eu seja particularmente apaixonado pelo Lady Di, mas como é do mesmo departamento (mais ou menos)... Casamento que eu vou com gosto vai ser o do Alê e o da Luciana. Da Pri também. Só. Chega. Kaput.
E vou mudar de sala, pelo menos temporariamente. Vou sentar lá com o Rabbit. Primeiro porque durante a tal análise eu tenho que ficar colado neles. Segundo porque o Cruzamento-de-argentino-com-cearense (porteiro que se acha dono do prédio) tá doido pra sentar na minha mesa (em L, grande) porque não aceita sentar na normal, pequena, que os demais consultores usam. Só que mal sabe o mancebo que eu vou, mas vou levar a mesa, cadeira, telefone e tudo mais junto. E o Pink aprova, porque também está no limite com o caça-pombo (nariz empinado). Quero ver a cara dele quando vier pra cá, hihihi... ![]()
Objeto de desejo: "aquilo" do Mauricio
Classificação: 
Valor médio: Euro 2.000.000.000,00
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Rosado, grande, grande também, alta produtividade de suco.
Agora avaliação de produto: meu corpinho
http://www.casadomauricio.com.br
Classificação: 
1,81m 98kg (mais ou menos) bem distribuídos Cabelos pretos Olhos castanhos Peito peludo (pêlos macios)
Sem nome
Data: Hoje - Hora: Agora
Local: Qualquer um com sombra e groselha gelada...
Isto é um evento. O de baixo foi uma citação.
"Quarta-feira"
Autor: Eu Mesmo
Quando: Agora
Agora os posts têm categorias. Uataporrisdét??

Minha Irmã acaba de me dar um "Burro" do Shrek de presente (de plástico, que mexe a cabeça e as orelhas de maneiras diferentes de acordo com o jeito que você aperta um botão na barriga dele). A título de desculpas por algo que ela tenha dito ou feito de errado. É engraçado... ainda tenho que dizer (repetir) o que é... Ou então o Burro sou eu, que fico sustentando pessoas que não dão o menor valor pra isso.
Eu podia falar da minha soneca. Ou de como fiquei puto da vida por ter entrado no "cheque especial" de novo e de como isso virou "normal" e "aceitável" lá em casa e a Bruxa nem se preocupa em economizar, muito menos em arrumar emprego. Podia falar dessa nova história de o Edson ter falado pro Ma que já não queria mesmo faz tempo o tal namoro e que não sabia como terminar, e de como isso me parece "bullshit" pelo fato de ele ter ficado em cima durante 2-3 anos ainda, após o pé (e pau) na bunda. Podia fazer graça com a falta de romantismo do outro, ao ligar pra mim 45 minutos depois de eu ter falado que ia dormir só pra me "acusar" de estar com o DVD-RW dele (não estou) e podia, por fim, falar do papinho de 5 minutos com Guilherme e de 1 minuto com o Tim antes de finalmente ir pra cama.
Mas...
PREFIRO FALAR DO MEU SONHO!!! :-) Claro que agora já não lembro de tudo, o que sei é que no sonho eu era o herói e a Amy Lee (do Evanescence) era a bandida, e a gente voava (eu perseguindo-a) e "virava purpurina" (algo do tipo nosso corpo se decompunha em milhões de pedacinhos, como pó, pra atravessar pallets de madeira e coisas assim porosas sem desviar o vôo), tudo isso cantando (os dois) a Bring Me To Life. Já imaginaram? Pois tem mais! Ônibus atirados contra mim, eu tendo que salvar os passageiros, até que um deles (o motorista do ônibus) eu não consigo pegar. Na dúvida, deixo a Amy fugir, logicamente, pra tentar fazer algo e eis que me lembro do Superman I. Será que vai dar certo?, penso eu. E saio zunindo pra estratosfera pra fazer a Terra girar ao contrário e voltar no tempo. Agora, pra vocês terem uma pálida noção da velocidade com que eu voava multipliquem o Superman I pero Neo (Matrix Reloaded). Era impressionante, dava pra sentir realmente eu arrastando o vento e o planeta comigo. Só não sei se deu certo porque eu acordei.
Mas foi show!!

Melhor de tudo é receber a foto da capa diretamente deles, pra atualizar no iogurte! Altos contatos na mídia!! :-)
Oquei, é escrever aqui ou dormir em cima da mesa. Não há mais notícias que me mantenham entretido, e não tô com o menor saco de trabalhar de verdade. Claro que se pedirem minha ajuda eu vou, mas nem isso... E o sono tá brabo mesmo.
No churrasco com o Du, senti saudade do Tim, do Marcão e até do Guilherme. Apesar de eles não estarem tão longe assim, queria que essa turminha estivesse aqui do lado, pra gente visitar sempre. Também senti saudade do Valtinho, amigo falecido do Maurício, já que agora só os meus amigos estão fazendo parte da nossa história (ok, tirando o LAS). Claro que os meus podem vir a ser os deles. O próprio Válter era amigo do Edson. Mas minha curiosidade é a de saber o que teria sido da gente se o Válter ainda estivesse por aí. Como não tem mais jeito de saber, deixa pra lá.
A boa notícia é que talvez o Rafa venha pra Sampa este ano.
Nada a ver o título acima, é só o nome de um blog novo aí do uol, mas...
Comecemos cedo, porque hoje caí da cama. Na verdade, dormi mal pra caramba, se é que dormi, e das 5h50 pra frente nem tentei mais. Ou seja, agora que levantei estou com um sono danado. Cheguei na Empresa às 7h35, novo recorde mundial. E gostaria de poder ir embora às 7h36. Pra piorar, o tal do Windows tá querendo de toda forma ajustar o horário do micro pra 1 hora a menos, só pra aumentar minha sensação de não ter descansado e aumentar meu desespero pela hora de ir embora. E ainda preciso comprar o terno pro casamento...
Mas falemos do fim-de-semana. Como passaram, tchucos? Eu passei bem, muito bem, obrigado. No sabadão, não levei o homem pra casa. Mas levei-o à loucura, hehehe... E vice-versa. 1x1. E no domingo fomos pra casa do Odu pro tal churrasco, mero pretexto pra gente se ver, conhecer o Marcos (Lady Di???) - cara muito bacana! - e ficarmos de papo até bem mais tarde que o recomendado (meia-noite) e mais cedo do que gostaríamos (todos os 4). Ficamos de nos visitar mais freqüentemente e até de passar um fim-de-semana na casa de Cotia do Du. Muito bacana. Mas tô com soooooono...
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